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Notícias ABRH-SP
12/3/2010
Lealdade do funcionário aumenta com a recessão
 

Com a desaceleração econômica mundial, mais de um quarto dos trabalhadores entrevistados em todo o mundo disseram que a recessão os tornou mais leais ao seu empregador, de acordo com a pesquisa mais recente da Kelly Services, empresa de Recursos Humanos.
A pesquisa, realizada de outubro de 2009 até o fim de janeiro de 2010, revela que as organizações positivas, com forte moral e comunicação ativa foram bem-sucedidas em fazer com que a sua força de trabalho participasse mais dos negócios da companhia, apesar da incerteza causada pela queda dos lucros e pelas demissões.
Os funcionários mais "participativos" estão na América do Norte, onde 52% disseram estar "completamente dedicados" ao trabalho, comparados com os 47% da Ásia-Pacífico e com os 36% da Europa.
Estes resultados fazem parte do Kelly Global Workforce Index, que obteve a opinião de aproximadamente 134 mil pessoas em 29 países, cobrindo a América do Norte, Europa e Asia-Pacífico.
Um total de 27% de participantes da pesquisa em todo o mundo disseram que a recessão econômica os tornaram mais leais para com seus empregadores, enquanto que somente 10 % se sentiram menos leais e 63% disseram não ter havido nenhuma diferença. Para os trabalhadores mais jovens, que estão passando pela primeira grande queda econômica, a Geração Y (entre 18 e 29 anos) se revelou mais leal do que a Geração X (entre 30 e 47 anos) e os baby boomers (entre 48 e 65 anos).
Desafios
"Muitas organizações passaram por períodos extremamente difíceis, mas algumas delas conseguiram enfrentar os desafios de forma positiva e conseguiram sair com um novo nível de confiança por parte da sua força de trabalho", disse George Corona, Vice-Presidente Executivo e COO da Kelly Services.
Ao estudar a possibilidade de permanecer ou sair do emprego, trabalhadores mais jovens têm um interesse muito maior na possibilidade de crescimento na carreira, enquanto os trabalhadores mais maduros se concentram predominantemente na qualidade da gestão da empresa. A questão dos salários e benefícios é de importância secundária para todas as gerações. A pesquisa também revelou que todas as gerações estão observando de perto como as organizações estão gerenciando sua reputação corporativa e contam com isto ao tomar sua decisão sobre emprego atual e futuro.

 

 
Fonte: DCI
Autor: DCI - TRABALHO
 
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