Um grande contingente de empresas investe na flexibilidade como modelo estruturado, conectado à estratégia dos negócios e condizente com o desempenho profissional. A tendência, na concepção de especialistas, tem um alinhamento estreito com o bem-estar, preocupação central das empresas, especialmente em 2026.
Do trabalho exclusivamente remoto, instituído como medida emergencial durante a pandemia, ao modelo híbrido, muitas mudanças e transformações permearam o universo laboral, pontua a ABRH-SP.
A modalidade híbrida, por exemplo, passou a combinar períodos no escritório e execução de tarefas em casa, alinhando jornadas de produtividade com propósito e tempo para atividades pessoais.
Além da valorização do bem-estar, organizações que investem na flexibilidade do trabalho estão empenhadas em estabelecer relações de confiança e responsabilidade com suas equipes, fator que em muitas medidas contribui para a atração e a permanência de talentos.
No contexto de flexibilidade, o microshifting desponta como uma das modalidades a quebrar o paradigma da jornada diária tradicional, das 8h às 18h.
O microshifting propõe a realização de atividades em microturnos. Nessa modalidade, o profissional pode, por exemplo, iniciar seu trabalho logo pela manhã, pausá-lo para frequentar um curso e retomar as atividades à tarde para concluí-las após o jantar.
Recursos de IA e agendas inteligentes já permitem sincronizar microturnos para otimizar as tarefas. No entanto, segundo a ABRH-SP, seja nas formas remota, híbrida ou presencial, é preciso que os líderes gerenciem resultados, e não meramente o tempo de trabalho.
Em um ambiente de mudanças, como é o universo do trabalho, a ABRH-SP destaca a importância de as empresas revisarem estratégias para aprimorar modalidades produtivas que levam à construção de culturas organizacionais mais humanas, inovadoras e sustentáveis.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ABRH-SP (30, março de 2026)